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Sindilat-MT integra Cmara Setorial Temtica da Assembleia para fortalecimento da cadeia leiteira
Em: 15/02/2017 às 14:15h por Assessoria Sistema Fiemt/Assembleia Legislativa

Considerada a mais autêntica forma de produção familiar, a cadeia produtiva do leite ainda precisa de políticas públicas para se fortalecer e sair da atividade primária. Esse será o principal objetivo da Câmara Setorial Temática (CST), proposta pelo deputado Dilmar Dal’ Bosco (DEM), que conta com a participação do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado de Mato Grosso (Sindilat-MT).

O objetivo da CST é de representar o produtor nas suas diversas formas de organização, atuando na defesa de seus interesses econômicos e sociais, promovendo seu desenvolvimento tecnológico. “Só com a consolidação de políticas específicas e a união dos produtores conseguiremos fortalecer o leite, a exemplo do que foi feito com as demais cadeias de Mato Grosso, como a soja, o gado de corte e o algodão. É nossa obrigação buscar mecanismos legais para garantir o desenvolvimento pleno e sustentável dessa atividade”, disse Dal’ Bosco.

O autor da proposta destacou ainda que o fortalecimento da cadeia está diretamente ligado ao  melhoramento da produção, industrialização e comercialização. Nesse sentido o poder público precisa contribuir mais na elaboração de projetos que incentivem o consumo interno, viabilizando meios de agregar valor econômico e sanitário aos produtos lácteos.

“Noventa por cento dos produtores de leite de Mato Grosso são da agricultura familiar e têm nessa atividade sua principal fonte de renda. A cadeia precisa ser reconhecida como entidade de referência e agente de transformação colocando o segmento lácteo em destaque no cenário nacional”, vislumbrou Dilmar.

Em Mato Grosso, cerca de 51% dos produtores de leite extraem até 50 litros/dia, ou seja, pertencem à agricultura familiar. A captação total é de aproximadamente 780 milhões de litros ao ano, o que nos coloca na oitava colocação no ranking nacional.

Além do Sindilat-MT, a CST do Leite será composta por técnicos da Famato, Senar, OCB, Fetagri, Sedraf, Empaer, Indea e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O início dos trabalhos deverá ocorrer no mês de março, após a publicação do ato pela Mesa Diretora. O prazo para conclusão é de 180 dias prorrogáveis por mais 180 dias.

 
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