Hoje é 21 de Abril de 2018

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Busca geral no site:

Cadastre seu email

   
Sondagem Indstria da Construo de Mato Grosso - 02/2018
  Pesquisa realizada pela CNI, em parceria com a Fiemt.
ndice de Confiana do Empresrio Industrial de MT - 03/2018
  Pesquisa realizada pela CNI, em parceria com a Fiemt.
Publicação
 
 
Incertezas dificultam a recuperao da economia brasileira
Em: 12/04/2018 às 09:56h por Agncia CNI de Notcias

Foto

Diante das  incertezas em relação às eleições e ao ajuste das contas públicas, aConfederação Nacional da Indústria (CNI) mantém as previsões que apontam para um moderado desempenho da economia brasileira neste ano. A estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescerá apenas 2,6% e o PIB industrial terá expansão de 3% neste ano. Os investimentos aumentarão 4% e, o consumo das famílias, 2,8%. A taxa média de desemprego ficará em 11,8%, diz o Informe Conjunturaldo primeiro trimestre, divulgado nesta quinta-feira (12).

O relatório destaca que, mesmo com o cenário externo favorável, a queda da inflação e a redução dos juros, o ritmo de recuperação da economia é moderado e o país não conseguirá recuperar, no médio prazo, as perdas causadas pela recessão. "Mesmo com o crescimento de 1% do PIB em 2017, ainda estamos com renda per capita 8,2% menor que em 2014 e a produção industrial, no início de 2018, situa-se ainda 14% abaixo do seu pico observado em 2013", afirma o Informe Conjuntural.

Na avaliação da CNI, a principal causa da fraca reação da economia é a indefinição sobre o ajuste permanente das contas públicas. Além do adiamento da reforma da Previdência, a falta de definição do quadro eleitoral é outra fonte de incertezas sobre o ajuste fiscal. "A Previdência é o principal, mas não é o único elemento de preocupação com a expansão contínua dos gastos públicos. Medidas de disciplinamento dos gastos com pessoal são igualmente indispensáveis", alerta a CNI.

O Informe Conjuntural adverte ainda que o grande desafio do Brasil é aumentar a produtividade. Isso requer, entre outras medidas, o equilíbrio fiscal, a reforma da Previdência, a reforma tributária, disponibilidade de financiamento de longo praz, redução da burocracia, segurança jurídica e modelos de regulação eficientes.

CONHEÇA OUTRAS PREVISÕES DA CNI PARA A ECONOMIA BRASILEIRA EM 2018:

Inflação: O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 3,7% ao ano, abaixo do centro da meta de 4,5% estabelecida pelo Banco Central. "A inflação deve permanecer em níveis baixos em 2018 em função da ainda alta ociosidade da economia, da elevada taxa de desemprego e da quebra da inércia inflacionária ocorrida em 2017",  diz o Informe Conjuntural.

Juros: Com a inflação baixa, os juros básicos da economia permanecerão no menor patamar da história. A taxa Selic chegará ao fim de 2018 em 6,25% ao ano e a taxa real de juros será de 3%. 

Contas públicas: O déficit primário do setor público deve alcançar R$ 152,7 bilhões, o equivalente a 2,19% do PIB. "Apesar de estar abaixo da meta de R$ 161,3 bilhões fixada para este ano, o déficit será maior do que os R$ 110,6 bilhões registrados em 2017", afirma o relatório da CNI.  A dívida pública atingirá 73,7% do PIB.

Saldo comercial: O Brasil terá um superávit comercial de US$ 58 bilhões neste ano, resultado de exportações de US$ 230 bilhões e importações de US$ 172 bilhões.

SAIBA MAIS - Veja os detalhes do Informe Conjuntural

 
Imprimir   Enviar por e-mail

 

Comentrios()


Campo obrigatrio.


Campo obrigatrio.Formato invlido.


Campo obrigatrio.


Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso
Avenida Historiador Rubens de Mendonça, 4.193 - Centro Político Administrativo
Cuiabá - MT / CEP 78049-940 | Fone: (65) 3611-1500 / 3611-1555