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Sondagem Indstria da Construo de Mato Grosso - 03/2018
  Pesquisa realizada pela CNI, em parceria com a Fiemt.
Sondagem Industrial de Mato Grosso - 03/2018
  Pesquisa realizada pela CNI, em parceria com a Fiemt.
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Senai busca apoio da Sedec para desenvolver atividade industrial com argila mato-grossense
Em: 08/05/2018 às 14:04h por Renata Menezes I Sedec/MT

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Após a apresentação dos ótimos resultados obtidos com o ‘Projeto de Pesquisa e Caracterização de Argila para a Indústria Cerâmica da Região Centro-Sul de Mato Grosso’, financiado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/MT), agora é hora de encarar uma etapa ainda mais complexa.
Para tanto, a equipe técnica do Senai esteve reunida com o adjunto de Indústria, Comércio, Minas e Energia da Sedec, Lucas Barros nesta segunda-feira (07.05), para apresentar detalhes do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento para viabilizar a implantação da primeira fábrica de porcelanato em Mato Grosso utilizando biogás como fonte de energia. Para desenvolver o projeto, o Senai pleiteia junto à Sedec um recurso de R$ 485 mil.
Conforme o Gerente do Instituto de Tecnologia do Senai/MT, Anderson Domingos, depois de ser comprovada a extrema qualidade da argila em regiões como Diamantino (a pesquisa durou dois anos), agora é o momento propício para dar suporte ao desenvolvimento das atividades industriais de produção de porcelanato no Estado. “Tudo o que os empresários precisam é de atestados que comprovem que é possível realizar as suas atividades aqui. Além da qualidade da nossa argila, que inclusive já rendeu peças amplamente testadas, devemos dar garantias ao investidor de que temos total estrutura para atender a sua demanda seja em pequena, média ou larga escala”, ressaltou.
Como afirmou Domingos, um dos itens primordiais para permitir que uma empresa produza cerâmica é a energia, e é esse o ponto mais delicado do processo, porque, segundo o engenheiro, não há nenhuma outra empresa no Brasil e nem no mundo realizando a fabricação de porcelanato através do biogás. “Seremos os pioneiros nesse ramo usando energia limpa. Já temos frigoríficos dispostos a nos ajudar com o fornecimento do biogás, mas, precisamos de recursos para investir em maquinários, equipamentos, pessoal, testes em laboratórios e é isso que estamos buscando junto ao Governo”, esclareceu o Ph.D.
A ideia do Senai é construir ‘in loco’ uma pequena empresa que fará toda a gestão do processo, desde a captação do gás, o seu aquecimento para gerar energia até a produção do porcelanato como produto final. “Temos que ter uma estrutura pequena, porém completa, para que cheguemos aos resultados com exatidão. Estamos lidando com algo inovador, desconhecido, então, serão necessários muitos estudos para atingirmos um padrão de excelência e de mercado. Queremos fomentar o crescimento da indústria cerâmica em Mato Grosso e temos muito potencial", destacou.
Entre os benefícios gerados com o projeto, o Senai apontou a redução da emissão de gases de efeito estufa e da geração de resíduos sólidos (já que a geração da energia se dará através de biodigestores que transformam insumos, como o milho es resíduos produzidos por frigoríficos), melhorias das condições sanitárias da região e geração de emprego e renda.
A expectativa de acordo com o relatório apresentado é que com o desenvolvimento da atividade aumente a arrecadação de impostos e tributos, aquecendo a economia local, além de ter um melhor aproveitamento da matriz energética e a diminuição nos custos de produção. A previsão para completar todo o projeto é de aproximadamente dois anos. 
 
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