Sistema FIEMT

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

 

O Conselho de Integração Sul Americano é um grupo não partidário, formado por livres pensadores ecléticos, interessados em promover a integração do Estado de Mato Grosso com os países do centro oeste sul americano, com foco no intercâmbio empresarial, acadêmico e cultural. As reuniões acontecem periodicamente na sede do SFIEMT.



Conheça as feiras na Bolívia – 2012:

7 a 11/03 – Expomadera - Madeira, móveis e tecnologia - Oruro

21 a 24/03 – Expoforest - Madeira, móveis e tecnologia - Santa Cruz de  la Sierra

11 a 15/04 – Tecnomueble - Madeira, móveis e tecnologia - Sucre

14 a 17/06 – Fima - Madeira, móveis e tecnologia - La Paz

16 a 19/08 - Expo Bolívia Minera - Minérios, hidrocarburos e energia - Oruro

5 a 9/09 – Tecnomadera - Madeira, móveis e tecnologia - Cochabamba

21 a 30/09 – Expocruz – Multisetorial - Santa Cruz de la Sierra

3 a 7/10 – Expomueble- Madeira, móveis e tecnologia - Potosi

8 a 11/11 – Petrogas - Petróleo, gás e energia - Tarija

6 a 9/12 – Fimatar - Madeira, móveis e tecnologia - Tarija


 


 

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ARTIGOS - Sr. Serafim Carvalho Melo, Vice-presidente do COINI - Conselho de Integração Internacional

 

Data: 16/01/2013 - O PENTÁGONO DA INTEGRAÇÃO

                                                                                               *Serafim Carvalho Melo

            Em setembro deste ano a histórica e memorável Viagem pela Integração Sul-americana, liderada pela Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso-FIEMT, com apoio do Governo do Estado, completará 20 anos. Este fato histórico e memorável, bastante divulgado à época e ao longo destes anos, deve ser lembrado pelos leitores, mas pode ser uma novidade para os mais jovens, hoje universitários ou já no início de uma vida profissional.  A viagem foi a primeira caravana formada de empresários, homens de governo, parlamentares, professores universitários e rotarianos, que saiu de Cuiabá, em dois ônibus leito, com 54 pessoas, cruzou a Bolívia, os Andes e o deserto de Atacama, para chegar à costa do Pacífico, no norte do Chile, na cidade de Arica.

            Há que se reconhecer o trabalho dos rotarianos que nos ajudaram muito desde a definição do trajeto, condições de algumas estradas, tempo de viajem, etc, até a organização da recepção nas cidades visitadas. Isto porque nenhuma agência de turismo de Mato Grosso se propôs a organizar a viagem de ônibus. Queriam fazê-la de avião, que seguramente seria mais uma viagem de turismo.

            Ao longo de 12 dias, percorreu mais de 5000 km de estradas e caminhos, com e sem asfalto, no planalto, no altiplano andino e no deserto, em busca de novos mercados para Mato Grosso. Pode-se não ter encontrado os pretendidos mercados, mas seguramente redescobriu-se a América e o potencial de negócios que podem ser realizados.

            A chegada da inusitada caravana nas principais cidades visitadas, como Santa Cruz de La Sierra, Cochabamba, Oruro e La Paz, na Bolívia; Arica e Iquique, no Chile, e Tacna e Ilo, no Peru, abria-se espaço na imprensa com manchetes surpreendentes, como que não se acreditando, que se pudesse sair de Cuiabá de ônibus e chegar a La Paz, por exemplo.

            Ao longo destes anos, principalmente nos 10 anos subsequentes, outros eventos internacionais importantes foram patrocinados pela FIEMT, na busca destes mercados e de um novo relacionamento comercial, como a participação com stand na Feira Internacional de Salta, no norte da Argentina; na de Arequipa e de Puno, no Peru e na famosa Expocruz em Santa Cruz de La Sierra; a realização em Cuiabá da Conferencia Interparlamentar e Empresarial do Cone Sul; a participação nos eventos da ZICOSUR - Zona de Integração Ásia Pacífico, em Antofagasta, Chile; a participação ativa no GEICOS – Grupo Empresário Inter-regional do Centro Oeste Sul-americano; a também memorável viagem, de ônibus, com nossos empresários participando de Rodas de Negócios, em Arica, no Chile; Tacna e Lima, no Peru.

            Em 2002, foi realizada a caravana de professores da Universidade Federal de Mato Grosso em visita às Universidades Públicas mais antigas, da região, situadas em Arequipa, La Paz e Potosi, fazendo como que uma Roda de Negócios Tecnico-Cietifico entre Professores. Igualmente memorável a viagem dos rotarianos e esposas, em 2009, com crianças de até 10 anos, pelo Intercambio Rotário da Amizade Sul-americana-IRASA, visitando 26 Rotary Clubs em sete cidades da Bolivia e do Peru, de Cuiabá a Macho Piccho.

            Cuiabá como Centro Geodésico da América do Sul e uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, deveria iniciar um trabalho de aproximação com cinco cidades importantes do Centro Oeste Sul-americano, objetivando não só promover a Copa do Mundo como uma de suas cidades sedes, mas, sobretudo, para estabelecer com elas e suas cidades vizinhas o intercâmbio turístico, comercial, cultural e social.

            Destas cinco cidades, capitais de Estado, ou de Departamento ou de Província, algumas são históricas: Arequipa, no Peru, sua segunda maior cidade, situada no sul do País, com mais de um milhão de habitantes, distante 100 km do Porto de Matarani, no Pacífico, e Salta no norte da Argentina, com uma população de mais de 700.000 habitantes é a Europa dentro da América. É um antigo ponto de pernoite das caravanas de mulas que transportavam víveres do Porto de Buenos Aires para as minas de Potosi, situadas nos Andes bolivianos. As outras duas cidades são modernas, mas política e comercialmente muito importantes: Santa Cruz de La Sierra e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

            Este é um trabalho que poderá gerar um legado muito importante não só para Cuiabá, mas para todo o Estado de Mato Grosso, com o estabelecimento de novos mercados de que ele tanto necessita. Como sétimo maior Estado exportador do Brasil, Mato Grosso há muito tempo deixou de ser fronteira agrícola para se transformar em fronteira tecnológica. Grande produtor de matéria prima, de produtos acabados e semi-acabados e importante produtor de energia elétrica. Resta, portanto o mercado.

            Aos novos leitores um tema a ser discutido nas salas de aula, nos campos de estágio, em especial nos cursos de comércio exterior e relações internacionais. Também um campo de consultoria para os jovens empresários. Vamos experimentar a partir de agora e nos próximos anos uma diversidade no campo dos negócios. É sempre tempo de retomar as exitosas iniciativas e transforma-las em novas oportunidades.

* Eng. Geólogo Vice Presidente do Conselho de Integração Internacional da FIEMT. E-mail: sermelo@terra.com.br.

 

Data: 17/11/2011 - Artigo: CENTRO OESTE SUL-AMERICANO COMPETITIVO (I) –Serafim Carvalho Melo*

As Missões Comerciais e pioneiras promovidas pelo Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso aos países vizinhos, desde 1992, resultaram na redescoberta da América sob o ponto de vista do potencial de oportunidades de negócios existentes e inexploradas ou muito pouco exploradas. A identificação desta imensa região que titula este artigo com seus recursos naturais, renováveis ou não, ratifica este título.

O Centro Oeste Sul-americano refere-se à região formada pelo Paraguai, pelo norte da Argentina, norte do Chile, sul do Peru, noroeste e centro oeste do Brasil, contornando toda a Bolívia. Para melhor se situar geograficamente, imagine um círculo com centro em Santa Cruz de la Sierra, com raio de 1.300 km, circunscrevendo uma área da ordem de 5.000.000 Km², com cerca de 40.000.000 de habitantes.

Nela, encontram-se diferentes e antagônicos ambientes naturais, desde as planícies das mais baixas altitudes e elevadas temperaturas do Mato Grosso aos mais elevados picos das mais baixas temperaturas dos Andes. Desde o Pantanal, exuberância de vida em flora, fauna e água, ao deserto de Atacama, o mais seco do mundo. Os recursos naturais existentes nesta região são muito abundantes quer sejam renováveis, ou não, como as reservas de sal, de cobre, ferro, calcário, manganês, diamante, ouro, salitre, boro, frutos do mar, pescados de água doce e salgada, grãos, algodão, açúcar de cana, madeiras, couro e carnes, entre outros. O acervo em história, arte e cultura, aliados a beleza natural do seu potencial turístico fazem desta região única na face da Terra pelos seus atributos.

Em que pese toda esta riqueza, seus povos ainda se postam de costas uns para os outros: uns voltados para o Atlântico e outros para o Pacífico, separados por uma grande muralha natural que são os Andes. Não bastasse estas dificuldades determinadas pela natureza, seus povos também não se falam ou falam muito pouco entre si. Os sul-americanos falam muito mais com os norte-americanos, europeus e asiáticos do que com seus vizinhos de origem espanhola ou portuguesa.

Como se pode constatar, esta região desfruta de extraordinária localização geográfica, no centro do continente sul-americano, de frente para o maior e mais crescente mercado do mundo, carente de alimentos, que são os países asiáticos, tendo na retaguarda os maiores fornecedores de produtos alimentares do continente, em bruto ou semi-acabados, representados pela Argentina e pelo Brasil. Como se não bastassem estes atributos, existe nesta região um extraordinário potencial de mercado complementar intra-regional. Nós somos tradicionais produtores de alimentos e importadores dos insumos utilizados nesta produção. Na costa do Pacífico e na região andina ocorre exatamente o contrário: são tradicionais produtores de fertilizantes e importadores de alimentos.

Com tantos atributos positivos, o que falta então para esta região se desenvolver, se integrar e se consolidar como um bloco comercial? Primeiro, faltam vontade e decisão política dos Governos Centrais, Regionais e ousadia da classe empresarial das regiões envolvidas. Segundo, que estas decisões sejam no sentido de um esforço comum para a reversão do quadro de desigualdade e de exclusão social existente, com a melhoria da infra-estrutura, de transporte, energia elétrica e comunicação.

A integração regional precisa de organismos democráticos fortes, que possam defender as iniciativas que objetivem a redução destas desigualdades sociais existentes no continente, que defendam o comércio intra-regional e o intercâmbio cultural. Que promovam a justiça social e libertem os povos sul-americanos da pena eterna que os colonizadores de ontem e de hoje lhes impuseram, de viverem de costas uns para os outros. 

 

 

CENTRO OESTE SUL-AMERICANO COMPETITIVO (Final) -Serafim Carvalho Melo*

 

No obstante Mato Grosso ser o oitavo maior exportador do Brasil, com U$5.982 milhões em 2010 e U$7.136 milhões de janeiro/agosto de 2011, deixando para trás os demais Estados da região, muitos da costa atlântica e das regiões norte e noroeste do País, ele tem sido penalizado pelo Governo brasileiro, desde o ano de 2004, quando este apoiou e financiou a ligação de Mato Grosso do Sul com o norte do Chile e do Acre com o sul do Peru. Coincidência ou não à época, ambos, os Governos estaduais alinhados com o PT de Brasília.  

Nada contra estas ligações, muito pelo contrário, quanto mais, melhor, pois esta logística resulta em competitividade para os produtos regionais. Entretanto, desde que os demais Estados da região fossem igualmente contemplados. Como se sabe, o pleno acesso a partir de Mato Grosso para estas regiões da costa do Pacífico e norte da Argentina, via Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, depende da conclusão asfáltica de 450 Km de rodovia, desde a fronteira Brasil/Bolívia, em San Matias, até Concepcion. Sabe-se também que, apesar deste trecho de rodovia não ser asfaltado, passam anualmente cerca de U$100,00 milhões do Brasil para a Bolívia em máquinas, implementos agrícolas e produtos manufaturados.

A base econômica dos Estados fronteiriços do lado brasileiro define sua pauta de produtos exportáveis, como os produtos da Zona Franca de Manaus e o ecoturismo no Estado do Amazonas. Em Rondônia, no médio e longo prazo será a agropecuária e a madeira. O Estado do Acre não dispõe de produtos em quantidades significativas para exportação. Mato Grosso do Sul, pela limitação de sua área de produção já integralmente ocupada, o que produz atualmente de grãos e carnes para exportação, continuará produzindo e exportando sem aumento significativo de volumes. Resta o Estado de Mato Grosso, que dispõe de quantidades significativas de excedentes exportáveis e áreas já abertas, disponíveis para inserção no processo de produção agropecuária. Por isto mesmo é que ele ocupa a oitava posição no ranking dos maiores exportadores do Brasil, mas praticamente tudo pela costa atlântica, inclusive para os países andinos, nossos vizinhos.

Mais do que uma questão econômica a Integração Regional Sul-americana é a reparação de um equívoco histórico cometido contra os povos sul-americanos, ao lhes imporem viverem de costas uns para os outros: uns mirando o atlântico e outros o pacífico.

Esta bandeira pioneira empunhada pela Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso, desde 1992, haverá de sensibilizar ainda o Governo de Mato Grosso para juntos liderarem um movimento integracionista, que sensibilize os Governos centrais, regionais e a classe empresarial das regiões inseridas neste grande círculo imaginário, visando a promoção do seu desenvolvimento econômico com paz e justiça social.

Com o Eixo Rodoviário de Integração Regional e Desenvolvimento, a conclusão da ligação asfáltica Cuiabá – Santa Cruz de La Sierra se reveste de singular importância, pois as estradas se constituem no mais importante fator de fixação do homem a terra. O vazio demográfico, a pobreza e a insegurança existentes nesta fronteira, só serão superadas, com a ocupação ordenada e a implementação de atividades auto-sustentadas. Sem esta ligação concluída Mato Grosso perde a oportunidade de competir com grandes vantagens, em relação a todos os outros Estados brasileiros, pois ele dispõe de abundância de matérias primas como demonstramos, de tecnologia e de energia elétrica para transformá-las, resta-nos, portanto os mercados.

Se a Integração Regional Sul-americana se consolidar a partir das costas marítimas do atlântico e do pacifico, nos deixará isolados continentalmente no centro oeste, tal como estamos atualmente e de costas uns para os outros.

 

 

*Vice Presidente do Conselho Temático de Integração Internacional do Sistema FIEMT.

E-mail: sermelo@terra.com.br

 

Artigo: MT-Santa Cruz-Chile-Peru


Embora Cuiabá, em Mato Grosso, seja o centro geodésico da América do Sul, seguramente, Santa Cruz de la Sierra é o mais importante centro geográfico, político e econômico do centro oeste sul-americano. Com seus mais de 1.200.000 habitantes é ponto de conexão norte-sul e leste-oeste na Bolívia, situada no coração da América do Sul.

Nela sempre se realizam importantes eventos nacionais e internacionais. É detentora de uma excelente rede de hotéis e restaurantes, com oito hotéis cinco estrelas, ligada às grandes cidades no mundo por via área e somente para Miami com 6 vôos diários. Santa Cruz de la Sierra é para a Bolívia o que São Paulo é para o Brasil, guardadas as devidas proporções.

Dista 1.100 Km de Cuiabá, vía Cáceres, San Matías, San Ignacio de Velasco, Concepcion, San Javier e San Ramón. Destes, 450 km da fronteira com o Brasil em San Matias até Concepcion é uma estrada cascalhada, sem asfalto, mas sempre em boas condições de trafego. Outros 1.000 km até a costa do pacífico, no norte do Chile ou no sul do Peru, estão totalmente asfaltados. Entretanto, apesar da falta de asfalto e da falta de segurança, por esta estrada passam anualmente do Brasil para a Bolívia, em média, mais de U$100,00 milhões em produtos manufaturados, máquinas e equipamentos. Durante a construção dos gasodutos Bolívia-Brasil, e Bolívia-Mato Grosso este valor chegou a mais de U$170,00 milhões, em média, por ano.

 

Como alternativa de acesso ao norte da Argentina, em Salta, ao norte do Chile em Arica e Iquique e ao sul do Peru em Tacna e Arequipa, bem como aos portos da costa do Pacífico, a conclusão destes 450 km de asfalto, em território boliviano, se reveste de fundamental importância, para Mato Grosso, sem a qual ele perderia a oportunidade de competir com grandes vantagens, em relação a todos os outros Estados brasileiros, como sétimo maior Estado exportador do País.

As obras de infra-estrutura de asfalto que estão sendo realizadas, ligando Santa Cruz de La Sierra a Corumbá, 600 km e da fronteira do Acre até o sul do Peru, 1.200 km, não viabilizarão as exportações de Mato Grosso em direção às regiões da costa do Pacífico, antes referidas. A distância de Cuiabá via Campo Grande, Corumbá, Santa Cruz de la Sierra até o sul do Peru ou norte do Chile é de 2.700 km., enquanto de Cuiabá via Rio Branco, sul do Peru ou norte do Chile é de 3.500 km.

Reconhecidamente, o Estado boliviano está fazendo um esforço gigantesco para levar avante as obras já citadas e outras de igual importância em regiões no interior do País. Assim sendo, a conclusão ou mesmo a priorização da conclusão do asfalto deste trecho de 450 km, pelo Governo boliviano vai durar ainda muitos anos.

Os dois países mais interessados nesta ligação direta de Cuiabá a Santa Cruz de la Sierra são o Brasil e o Chile, embora os demais, principalmente Peru e Argentina e a própria Bolívia, também se beneficiarão da mesma. No âmbito regional, o Estado de Mato Grosso e as Regiões de Parinacota e Tarapacá no norte do Chile, diretamente serão as mais beneficiadas.

A idéia é juntar as respectivas forças políticas, de Brasília/Cuiabá e de Santiago/Arica/Iquique, no sentido da CAF/BNDES/BIRD, com o devido "de acordo do Estado boliviano", garantirem financeiramente a conclusão asfáltica destes 450 km desta estrada, a exemplo do que se está fazendo de Corumbá para Santa Cruz de la Sierra, a ser concluído este ano e de Rio Branco, no Acre para o Sul do Peru, a ser concluído no final do próximo ano.

A fim de viabilizar de imediato a Rota Comercial Cuiabá - Santa Cruz de La Sierra - norte do Chile, via Tambo Quemado, com exportação/importação de alimentos, principalmente carnes, bovina, suína, aves, açúcar, óleo e farinha de soja, além de couro e algodão, frutos do mar pescado, farinha de peixe, fertilizantes, condimentos, bebidas entre outros produtos é imprescindível que os serviços aduaneiros e fito sanitário dos três países se aproximem e se acordem para consecução deste objetivo.

Nunca é demais lembrar, que aos Governos cabe fazer as estradas e criar as condições legais viáveis para os empresários fazerem as Rotas de Comércio.

Não se entende por que dois grandes pólos econômicos como Santa Cruz de La Sierra e Cuiabá, até hoje, se quer são ligados com transporte de passageiros, aéreo ou terrestre, regular e diretos. Por outro lado, não se pode esquecer que as rodovias se constituem no principal fator de ocupação dos vazios demográficos, principalmente se asfaltadas.

SERAFIM CARVALHO MELO é vice-presidente do Conselho de Integração Internacional da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt).

 

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